
O primeiro caso de coronavírus foi confirmado, em 26 de fevereiro de 2020, em SP, após um homem de 61 anos chegar da Itália. Com esta informação, a vigilância Epidemiológica brasileira e todos os órgãos de saúde recomendam que a população adote os mesmos cuidados aplicados em situações de epidemia de gripe e doenças respiratórias virais.
Os sintomas são similares com de outras doenças respiratórias virais e causam febre, dificuldade de respirar e falta de ar, apatia, dores musculares, falta de apetite, entre outros. Nos casos crônicos pode evoluir para pneumonias, insuficiência renal e síndrome respiratória aguda grave.
O contágio pode ocorrer por meio de gotículas de saliva externadas pelo espirro, tosse ou toque em locais que foram contaminados pelo vírus, por isso a importância do uso de lenços de papéis descartáveis ou o antebraço ao tossir ou espirrar, assim como, também, higienizar as mãos até o punho com frequência com água e sabão, além utilizar de álcool gel.
A doença fica incubada entre 1 a 14 dias e pode ser transmitida antes mesmo dos sintomas aparecerem.
Os grupos de riscos são idosos, pacientes com doenças crônicas e crianças.
Ainda não existem vacinas contra este subtipo de vírus e ao aparecer quaisquer sinais da doença, procure atendimento médico.

Dra. Gabriela Barboza Cunha
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