O ambulatório (consultório) é o melhor local para o acolhimento e atendimento das crianças com ou sem manifestações de doenças, pois lá, elas podem ser avaliadas com precisão e maior disponibilidade de tempo. Ainda, é mais seguro no que diz respeito à contágio e repasse de infecções e viroses, pois é um ambiente mais intimista e com menores chances de rotatividade de pessoas infectadas. No consultório, a/o médica/o cria laços com seus pacientes e conhece de perto o histórico de saúde e estilo de vida de cada um, favorecendo o diagnóstico quando algo não está bem.
No pronto socorro infantil, os riscos de contaminação de doenças diversas se tornam potencialmente possíveis, pois se trata de um local com grande circulação de pessoas, geralmente, doentes. Como recomendação, a ida para estes locais só deve ser feita em momentos de emergência, salvo àqueles em que os pais não conseguem falar com a pediatra para receber orientações preliminares sobre controle de crises respiratórias ou de doenças crônicas. Quando não houver opção, os pais devem evitar que a criança tenha contato direto com outras, utilizar álcool gel para limpeza das mãos, além de usar máscaras para proteger à todos contra transmissão de viroses e doenças infectocontagiosas.
Dicas:
Até os dois anos de vida da criança é importante manter consultas de rotina, mensais. Após este período, de acordo com a avaliação do profissional de saúde que acompanha a criança, os encontros poderão ser mais espaçados.
É importante que os pais criem laço com os médicos – pediatras e especialistas – para garantir avaliações precisas e diagnósticos corretos com base no histórico de vida e saúde das crianças.
Evite a ida constante e desnecessária ao pronto socorro infantil. Ainda mais em períodos de surtos de doenças infecciosas.
Para febre, observe o quadro geral da criança e, se possível, atenda o protocolo de aguardar três dias até a ida ao médico. Porém, se o paciente já possui histórico de doenças crônicas (asma, pneumonia, etc.), é importante falar com o especialista antes e seguir para a emergência nos momentos de crises.
Dra. Gabriela Barboza Cunha
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