
As vacinas são importantes para manter as doenças erradicadas e longe de quem amamos. Com elas, além de evitar o contágio de doenças potencialmente perigosas, conseguimos controlar as epidemias (doenças que se espalham por várias regiões) e as endemias (doenças persistentes em determinados locais e são recorrentes, ciclo vicioso).
A maioria das vacinas são compostas do vírus vivo ou morto de seu princípio ativo e não transmite a doença, pelo contrário, imunizam aqueles que as recebe, diminuindo consideravelmente as chances de infecção e contágio de diversas doenças. Quando um paciente que já tomou a vacina é contaminado por um vírus ao qual já foi imunizado, por exemplo, os sintomas podem ser brandos e até imperceptíveis, cujo enfermo muitas vezes não percebe que teve a enfermidade.
Algumas pessoas são mais sensíveis e podem apresentar sintomas colaterais após o recebimento da vacina como vermelhidão na região da picada, febre, falta de apetite e sonolência. Porém, os sintomas são passageiros e tendem a diminuir logo. Ainda, é necessário dizer sobre a importância dos pais acompanharem o calendário vacinal de seus filhos, levando-os aos postos de saúde, clinicas e ou laboratórios particulares para a aplicação das vacinas nas datas e faixas etárias indicadas.
Dra. Gabriela Barboza Cunha
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Contribuição textual: jornalista Carina Gonçalves – MTB: 48326
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