Dicas para curtir as férias!

Quem tem crianças em casa sabe como é difícil, às vezes, entretê-las e manter o foco nos cuidados básicos para garantir a saúde e bem-estar delas. Muitas mães se “descabelam” para tentar fazer o impossível e tornar o dia a dia dos filhos especial. Mas, mesmo com toda a atenção e cuidados adotados, Às vezes, acidentes podem ocorrer. Para evitá-los, listei algumas dicas abaixo:

Saúde em Dia:

É importante que os pais mantenham consultas periódicas com os pediatras para manter a saúde em dia das crianças. Para crianças menores de um ano, o ideal é que a consulta seja mensal, depois espace para a cada dois meses até o segundo ano e a partir do terceiro ano, as consultas podem acontecer a cada três ou cinco meses, dependendo da indicação do seu pediatra.  Após os sete anos as consultas podem ocorrer a cada seis meses. E é importante seguir as orientações para manter a criança saudável e disposta para viver a melhor fase de sua vida.

Kit primeiros socorros:

Febre, machucados e mesmo enjoos após uma viagem de carro ou passeio em dias quentes pode ocorrer. Em casa, também, não estamos livres da necessidade de ter um kit de primeiros socorros para usar a qualquer momento. Isso é importante, mas também vale ressaltar que sempre devemos (quando possível) falar com o pediatra da criança para receber orientações sobre como agir em determinadas situações e evitar a ida em pronto-socorro infantil quando não é a melhor solução. Entre os itens indispensáveis estão: termômetro (dê preferência aos modelos usados nas axilas), antitérmico (veja com o médico o mais recomendado para a criança e a dosagem), antissépticos, curativos, algodão e álcool gel.

Quedas:

A queda e suas intercorrências são um dos principais motivos de atendimento e internação nos hospitais infantis de todo o país. Não existem regras e locais mais propícios aos acidentes, mas vale alertar para alguns que podem parecer seguros e na verdade não são como, por exemplo, criança brincando ou sozinha na cama dos pais, berços e mini camas, beliches, sofás, cadeiras, cadeirões de alimentação e mesa, janelas, escadas e playground. Também, muito cuidado com brinquedos e atividades esportivas de alto impacto, no banho, piscina, mar e nunca deixe as crianças sem supervisão de um adulto, basta um segundo de descuido para acontecer algo.

Engasgo infantil – primeiros socorros:

Todo cuidado é pouco quando pensamos em engasgo, pois a faixa etária de maior incidência e até mesmo de paradas cardiorrespiratórias por aspiração de corpos estranhos (CE) acontece entre 1 e 3 anos de idade. Porém, não podemos descartar outras faixas etárias, porque os incidentes também acontecem em crianças maiores – seja por alimentos, brinquedos e líquidos.

SINTOMAS: A tosse pode ser o primeiro indício de engasgo após a ingestão do corpo estranho (CE), assim como o aparecimento de chiado súbito no peito em crianças que não apresentam casos de alergia. Falta de ar, lábios e unhas arroxeadas e ronquidão também sugerem este quadro. Quando a criança apresenta somente a tosse e expele o objeto que provoca a asfixia, podemos caracterizar como engasgo “mais leve”, do qual não necessita de intervenção física (técnicas de desengasgo), mas é importante levá-la o quanto antes para o atendimento médico adequado. No caso de asfixia total, quando a criança não consegue respirar, tossir, esboçar nenhuma reação, som ou ficar arroxeada é importante intervir imediatamente com técnicas adequadas para desengasgá-la e, após, seguir imediatamente para um pronto atendimento médico.

Uso de protetores solares e repelentes de insetos:

Antes de sair comprando o produto da moda ou àquele por indicação de alguém, leve em consideração que cada criança é única e pode apresentar reações alérgicas de algum componente da fórmula do protetor solar e ou do repelente de insetos. O ideal é falar com o pediatra (em consulta presencial/online) para que você receba orientações sobre os diferentes princípios ativos e dicas de como aplicar. O ideal, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, é usar produtos deste tipo após os seis meses de vida do bebê, assim como expô-lo em viagens para a praia, campo ou locais de muita aglomeração após tomar todas as vacinas do calendário nacional – isso porque a imunidade do bebê ainda este em formação e a criança pode pegar diferentes tipos de vírus e ou bactérias.

Espero que as suas férias sejam as melhores possíveis!

Dra. Gabriela Barboza Cunha
Médica – CRM SP 91435

Contatos: 11-3522- 5366 / 11-94555-8496
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Contribuição textual: jornalista Carina Gonçalves – MTB: 48326
JCG Comunicação e MKT

Otite por excesso de água nos ouvidos


Mergulhos e banhos de mar, assim como em piscinas, são comuns nesta época para aliviar dias mais quentes, porém, é comum aumentarem também os casos de dor de ouvido. Grande parte dos atendimentos ambulatoriais nas férias se dá por conta de casos de otite por excesso de água nos ouvidos, que se trata da inflamação do ouvido médio, interno ou externo, geralmente com infecção. 

Para alguns casos é necessário o uso de antibióticos, além de remédios com aplicação local. Quando uma criança reclamar de dores na região do ouvido acreditem, pois é um incomodo que provoca muito sofrimento e até desespero pela inflamação. 

Para identificar os sintomas fiquem atentos quando o bebê ou a criança ficar puxando a orelha ou levando a mão constantemente na região. Também, febre repentina, dores de cabeça, zumbido ou surdez momentânea, vazamento de liquido do ouvido, assim como mal-estar, falta de apetite e problemas para dormir.

Procure a médica pediatra em consulta presencial para exame clínico e, se necessário, exames laboratoriais ou indicação para especialistas otorrinos.

Se for entrar na piscina e no mar recomende para as crianças e para quem cuida delas evitar mergulhos ou a cabeça submersa sobre a água, o que favorece a penetração de água e consequentemente pode provocar otite por excesso de água nos ouvidos.

Para evitar, é aconselhável o uso de tocas tipo de natação, que contribuem para minimizar a entrada de líquidos na região.

Dra. Gabriela Barboza Cunha
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Doenças gastrointestinais


Nas férias e no calor não dá muita vontade de se alimentar com comidas “pesadas” e, sim, optar por saladas, frutas, salgadinhos e gostosuras. Vale lembrar que com a alta temperatura é comum os alimentos terem menor tempo de vida útil e provocarem intoxicação e até alergias em quem os ingere.

Além disso, há risco de contrair hepatite A por meio de ingestão de água e alimentos contaminados, assim como pela falta de higiene adequada nas mãos. Para evitar problemas como diarreia e vômito é importante lavar sempre as mãos, lavar brinquedos e utensílios assim que as crianças brincas, evitar locais com aparência suja e ou sem manutenção de limpeza e nunca permitir a troca de mamadeiras, chupetas e alimentos entre as crianças. 

Entre as principais doenças do trato digestivo no verão estão: infecções intestinais, geralmente causadas por alimentos contaminados e ou que provocam alergias e síndrome do intestino irritável (colite nervosa ou doença funcional do intestino).  A salmonela é uma das principais causas de infecção no verão e está presente em alimentos como maionese, ovo, frango e peixe, causando vomito e diarreia aguda.

Outra doença comum é a dispepsia, caracterizada com a dificuldade de digestão, mal-estar, dores no abdômen e sensação de saciedade precoce, seguida de sensação de enfartamento. A azia também é comum em crianças, ainda mais quando se ingere muito refrigerante, gorduras, industrializado e alimentos ou bebidas com má conservação.

Como dica, é importante comprar os produtos (bebidas e comidas) de locais que garantam o mínimo de higiene e procedência dos mesmos, além de higienizá-los adequadamente com água potável e preparo correto, sobretudo saladas, frutas e alimentos crus. 

Dra. Gabriela Barboza Cunha
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