Dicas de segurança para as crianças

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A partir do primeiro minuto após a revelação da gravidez, é importante que a futura mamãe comece a praticar alguns cuidados de segurança para o ela e seu bebê. Dentre eles estão a alimentação, cuidados com o corpo (exercícios físicos, exposição a locais ou trabalhos nocivos, etc) e, claro, com o ambiente ao qual o bebê será acolhido. abaixo listei algumas dicas que podem ajudar na rotina, segurança e saúde de todos:



No quarto do bebê e da criança: 

O quarto do bebê é idealizado pelos pais desde o primeiro momento da descoberta da gravidez, mas é preciso levar em conta multifatores para garantir a segurança dele – chegada da maternidade até seu crescimento. Sempre é bom lembrar: o menos é mais em qualquer período da vida.

Cortinas e tapetes: 

Estes itens precisam ser práticos para a limpeza constante. Ambos, se forem de tecido, vale a recomendação de serem, se possível, hipoalergênicos ou que acumulem pouco pó como, por exemplo, cortinas de persianas e tapetes emborrachados – fáceis de limpar. Existem vários modelos focados ao universo infantil e teen, podendo ser trocados de tempos em tempos.

Berço:

Deve ser um local seguro para a criança, sem protetores almofadados, sem bichos de pelúcia, sem travesseiros e cobertores. Todos esses itens podem provocar alergia no bebê e aumentar as chances de sufocamento. O mesmo vale para mini camas, camas de solteiro e beliches. Evite o excesso de acessórios para não colocar em risco a vida e saúde das crianças.

Enfeites e acessórios para o quarto:  

A regra é simples para o início da jornada dos bebês: simplicidade. Evite manter muitos itens no quarto da criança como pelúcias, livros, porta-retratos, porta-trecos decorativos e outros itens não são funcionais. Para pinturas nas paredes, atualmente, existem produtos que são anti mofo e anti ácaro.

Banheiro: 

É um local cheio de bactérias, lembre-se disso. O ideal é usá-lo para o banho e para as necessidades fisiológicas. Nunca deixe a criança sozinha, nem por um minuto! Evite deixar a porta aberta, com fácil acesso para a criança – especialmente na fase de aprendizagem do andar –, pois há risco de escorregões, quedas e afogamento no vaso sanitário.  



Dra. Gabriela Barboza Cunha
Médica – CRM SP 91435

Contatos: 11-3522- 5366 / 11-94555-8496
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Acidentes Domésticos

Pandemia, distanciamento social e crianças juntas em casa pode ser uma combinação “explosiva”

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Já são quase cinco meses dentro de casa sem que as crianças possam ter momentos de lazer ao ar livre ou encontrar os amigos para gastarem energia. Com este cenário, as casas e apartamentos se tornaram verdadeiros plays para colocar em prática todo tipo de atividade que possa distrair e divertir as crianças. No entanto, o ambiente familiar pode ser um local com grandes riscos para ascendentes domésticos, que podem colocar a saúde e vida dos seus filhos em risco.

Este é um dos motivos que tem levados os pais em busca de ajuda nos pronto socorros infantis, com crianças lesionadas no crânio, face, pernas, braços e outras partes do corpo, sem falarmos sobre intoxicação por alimentos e produtos de limpeza.

São tantos motivos que causam os acidentes domésticos que, inclusive, cito abaixo os principais e como evitá-los:

– Quedas: são comuns e acontecem em um piscar de olhos, com fraturas craniofaciais, pernas, braços e tronco. Evite tapetes em pisos lisos, no banheiro e quarto da criança. Camas e beliches devem ter grades de proteção. Janelas e sacadas, precisam ter redes de proteção e supervisão de adultos.

– Alimentos: causam intoxicação e engasgo. Não ofereça alimentos sem saber se a criança possui intolerância alimentar e, principalmente, fora do contexto da faixa etária da criança, que pode engasgar (alimentos sólidos e ou pastosos).

– Produtos de Limpeza: produtos de limpeza despertam a curiosidade e podem ser aspirados ou mesmo ingeridos. Evite deixá-los em locais de alcance das crianças. Não troque as embalagens por garrafas pets ou outros recipientes que confundam a criança com produtos de consumo.

– Quinas e Pontas: mesas, raques e móveis em geral precisam de proteção para evitar acidentes que podem machucar e causar lesões graves.

– Objetos Cortantes: mantenha longe do alcance das crianças facas, tesouras e quaisquer objetos ou produtos que podem cortar e causar sérios ferimentos.

– Álcool Gel: é um produto altamente inflamável e causa ferimentos graves. Em contato com superfícies quentes e fogo, pode ocasionar queimaduras sem chama. Ao entrar em contato com mucosas (boca e olho) pode causar queimaduras e lesões graves. Mantenha fora do alcance das crianças e só use quando estiver sem possibilidade de lavar as mãos com água e sabão – geralmente na rua.

Dra. Gabriela Barboza Cunha
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Icterícia Neonatal

Saiba mais sobre suas causas e tratamentos

Quando o bebê nasce ele lida com várias mudanças fora do ventre da mãe. Em seus primeiros dias de vida, além dos cuidados e carinhos que deve receber, é preciso observar o tom da pele da criança para identificar possíveis quadros de icterícia. Isso ocorre entre o segundo e terceiro dia após o nascimento, no qual a pele e a parte branca dos olhos ficam com tons amarelados.

Calma, não é para se assustar. Trata-se de um diagnóstico comum aos bebês devido ao excesso de bilirrubina no sangue, um pigmento normal, de tom amarelo que é gerado pelo metabolismo das células vermelhas no sangue e quando produzido além da capacidade do fígado metabolizá-lo, pode provocar a mudança na cor da pele deixando-a com um tom diferente. Geralmente inicia pela cabeça (face) e, depois, desce para as outras partes do corpo como tórax, abdômen e pernas.

Para saber se a criança está com icterícia, basta apertar (suavemente) com o dedo do adulto na ponta do nariz ou na testa da criança, que independente da etnia (raça e cor de pele), após este procedimento deve voltar a ter a mesma coloração do resto do corpo.

Caso fique amarelada, pode ser indicio de um possível quadro e deve ser comunicada para a pediatra, com o objetivo de receber orientações e cuidados específicos. Há casos, por exemplo, do qual o acúmulo do pigmento pode estar acima do limite considerado norma e se torna perigoso para o sistema nervoso por ser tóxico, podendo causar lesões irreversíveis. Para evitar isso, é necessário a realização de exames laboratoriais e tratamentos intensos com uso de fototerapia (banho de luz).

Os casos mais simples podem ser cuidados em casa, após a alta da maternidade, junto dos familiares. Existem vários tipos de icterícia em recém-nascido e algumas são mais frequentes. Em todas as suas apresentações, é necessário a avaliação da pediatra. Por isso é fundamental levar o bebê ainda dentro dos sete dias de vida.

Fique atento as dicas abaixo:
Incompatibilidade de grupo sanguíneo (RH ou ABO)

Considerada como a forma mais severa da icterícia, apresenta os sinais de amarelado já no primeiro dia de vida do bebê. Para prevenir a manifestação, a mãe recebe uma injeção de imunoglobulina anti-RH (RhoGAM) ainda nas primeiras 72 horas após o nascimento do bebê. Desta maneira, o bebê fica protegido da formação de anticorpos que poderiam colocar sua vida em risco.  

Icterícia do leite materno:

Inicia o quadro entre o quarto e sétimo dia de vida, em cerca de 1% a 2% dos bebês que são alimentados com leite materno. Dura em média de três a 10 semanas. É considerado incomum e, também, deve ser diagnosticado pela pediatra.

Icterícia da prematuridade:

Os bebês prematuros apresentam maior número de casos de icterícia por não conseguirem metabolizar a bilirrubina com eficiência, levando maior tempo para isso.

Icterícia fisiológica (considerada normal):

Conhecida como a mais branda de todas, acontece entre o segundo e quarto dia do bebê (às vezes ainda na maternidade) e a metade deles apresentam o quadro de icterícia por terem o metabolismo lento para a bilirrubina (pigmento natural do corpo, de cor amarela). Desaparece entre a primeira e segunda semana de vida.

Quando levar o bebê ao médico:

Como mencionado antes, é importante observar as alterações no tom de pele do bebê. A medida em que progride para outros membros (cabeça, olhos, tórax e pernas), é imprescindível a avaliação do médico para detectar qual é o tipo e cuidados que a criança deve receber.

·         Se a cor amarela aumentar após o sétimo dia, leve ao pediatra.

·         Não tiver desaparecido após o 15º dia de vida do bebê.

·         Tiver dúvidas e precisar de orientação médica.

Sintomas:

·         A pele fica com tom amarelado e o branco dos olhos também pode apresentar alterações.

·         A criança pode ficar apática e com ar de doente.

·         Apresentar febre.

·         Falta de apetite e irritabilidade.

Tratamentos:

·         A icterícia fisiológica, apresentação mais branda, geralmente some entre o quinto e sétimo dia de vida do bebê, sem a necessidade de tratamentos.

·         Nos diagnósticos elevados de bilirrubina é necessário o uso de fototerapia (banho de luz), no hospital.

·         O médico pode, ainda, recomendar que o bebê seja alimentado mais vezes para eliminar a bilirrubina por meio da evacuação (fezes).

 ·         A amamentação pode ser suspendida por um período para que o quadro de icterícia do leite materno diminua. Para manter a produção de leite, a mãe é aconselhada a fazer uso de bombas.

·         Nos casos extremos, considerados raros, é avaliado a troca de sangue do recém-nascido para eliminar o excesso de bilirrubina no bebê.

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