Viroses no verão

Só de falar em virose, muitos pais ficam preocupados e não é por menos. De repente as crianças começam a apresentar sintomas de doenças, sem causa aparente, e ficam “derrubadas” em poucas horas. No verão é muito comum casos de viroses e intoxicação alimentar devido a deterioração dos alimentos serem mais rápido e também pelas condições climáticas.

As viroses podem ser classificadas como enfermidades oportunistas e provocadas por vírus de diferentes origens e que causam vomito, diarreia, dores nas articulações, mal estar, dores abdominais, dor de cabeça, febre, entre outros males. As crianças são as principais vítimas porque não possuem a sua imunologia totalmente desenvolvida e ou por entrarem em contato direto com outras crianças doentes e agentes transmissores das doenças (brinquedos infectados, falta de higiene nas mãos – comum nesta fase e idade escolar primaria, etc.).

Trata-se de um quadro que pode ser considerado sem grandes preocupações, quando administrado medicamentos de alivio aos sintomas, hidratação e repouso, além de diagnóstico e acompanhamento médico. Porém, há casos em que os sintomas podem se apresentar mais crônicos, necessitando, inclusive, de acompanhamento clínico e ou hospitalização decorrente de intercorrências e associação a outras patologias. Em geral, o quadro viral tende a durar entre 3 a 7 dias, com melhora a partir do segundo ou terceiro dia após o início dos sintomas e cuidados paliativos, sob recomendação médica.

Dra. Gabriela Barboza Cunha
Médica – CRM SP 91435
Contatos: 11-3522- 5366 / 11-94555-8496
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Terror Noturno e as suas causas

Quando a criança acorda aos gritos e os pais não conseguem acordá-la, possivelmente trata-se de uma crise

Existem muitos fatores que propiciam as crises de ‘terror noturno” e são possíveis de identificar como, por exemplo, dormir em ambientes não familiares, situações de febre, estresse, cansaço, privação do sono (demora muito para dormir), barulho e iluminação em excesso ou escuridão (para crianças que tem medo). Também há casos de problemas de saúde associados que interferem na qualidade do sono e provocam o distúrbio como enxaqueca, medicações (efeitos colaterais – neste caso avise o médico imediatamente), apneia do sono, síndrome das pernas inquietas e trauma de crânio (batida).O ambiente familiar é muito importante para que a criança se sinta segura, amada e protegida de possíveis medos. Também, sintomas como sonolência diurna, dificuldade em atividades regulares, falta de atenção na escola e até nota baixas podem ser sinais de possíveis crises e ou as causas delas.


COMO TRATAR OU SABER LIDAR:

As crises de “terror noturno” podem acontecer de uma hora para outra, com ou sem precedentes (episódios anteriores). Quando acontece, pega a todos de surpresa e, em muitos momentos, ficamos sem saber o que fazer. Felizmente, não é uma doença e tão pouco precisa de tratamento. Em geral, manter o quarto ou o ambiente em que a criança dorme em um local seguro, aconchegante e harmonioso para ela, fará com que se sinta mais tranquila (inconscientemente) evitando uma futura crise.

No entanto, se a criança apresentar repetidas séries e ou atitudes mais graves que a colocam em risco e seus familiares, vale a pena procurar um (a) médico (a) especialista para receber melhor orientação. Rotineiramente confundido com pesadelos, o “terror noturno” não é igual a ter sonhos ruins. Como disse, a criança que sofre deste mal, não acorda e não fica consciente durante a crise, mesmo que fale e gesticule. Já nos episódios de pesadelos, a criança acorda, conta o que sonhou (mesmo que chorando), muitas vezes em detalhes, e esses episódios costumam acontecer na segunda metade do sono (quando inicia o estágio do sono dos sonhos).

Da mesma maneira, não se pode confundir com o despertar confusional, em que a criança acorda e apresenta confusão mental enquanto está na cama, mas não sente medo, terror, taquicardia, suor ou vontade de sair da cama em desespero. Em episódios de “terror noturno” o melhor a se fazer é tentar acalmar a criança (mesmo que ela não aceite e entenda), falar calmamente com ela e esperar. Gritar, entrar em pânico (junto com ela) e ou sacudir a criança não é indicado, pois pode piorar a crise e eventualmente machucar.


DICAS IMPORTANTES:

Manter uma rotina regular e com qualidade para a criança é fundamental. A alimentação deve ser balanceada, se possível manter atividades físicas diariamente (indicadas para cada faixa etária) – que ajuda a controlar a ansiedade e o estresse, dormir cedo e dentro de um determinado horário todos os dias para acostumar o corpo e a mente de que chegou o momento de descansar, além de evitar eletrônicos no quarto como televisão, celulares, computadores, tablets e games.

Não esqueça, principalmente, de comentar sobre este tema com a pediatra, caso seus filhos apresentem sintomas.

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Dicas de segurança para as crianças

A partir do primeiro minuto após a revelação da gravidez, é importante que a futura mamãe comece a praticar alguns cuidados de segurança para o ela e seu bebê. Dentre eles estão a alimentação, cuidados com o corpo (exercícios físicos, exposição a locais ou trabalhos nocivos, etc) e, claro, com o ambiente ao qual o bebê será acolhido. abaixo listei algumas dicas que podem ajudar na rotina, segurança e saúde de todos:

No quarto do bebê e da criança: 

O quarto do bebê é idealizado pelos pais desde o primeiro momento da descoberta da gravidez, mas é preciso levar em conta multifatores para garantir a segurança dele – chegada da maternidade até seu crescimento. Sempre é bom lembrar: o menos é mais em qualquer período da vida.

Cortinas e tapetes: 

Estes itens precisam ser práticos para a limpeza constante. Ambos, se forem de tecido, vale a recomendação de serem, se possível, hipoalergênicos ou que acumulem pouco pó como, por exemplo, cortinas de persianas e tapetes emborrachados – fáceis de limpar. Existem vários modelos focados ao universo infantil e teen, podendo ser trocados de tempos em tempos.

Berço:

Deve ser um local seguro para a criança, sem protetores almofadados, sem bichos de pelúcia, sem travesseiros e cobertores. Todos esses itens podem provocar alergia no bebê e aumentar as chances de sufocamento. O mesmo vale para mini camas, camas de solteiro e beliches. Evite o excesso de acessórios para não colocar em risco a vida e saúde das crianças.

Enfeites e acessórios para o quarto:  

A regra é simples para o início da jornada dos bebês: simplicidade. Evite manter muitos itens no quarto da criança como pelúcias, livros, porta-retratos, porta-trecos decorativos e outros itens não são funcionais. Para pinturas nas paredes, atualmente, existem produtos que são anti mofo e anti ácaro.

Banheiro: 

É um local cheio de bactérias, lembre-se disso. O ideal é usá-lo para o banho e para as necessidades fisiológicas. Nunca deixe a criança sozinha, nem por um minuto! Evite deixar a porta aberta, com fácil acesso para a criança – especialmente na fase de aprendizagem do andar –, pois há risco de escorregões, quedas e afogamento no vaso sanitário.  

Dra. Gabriela Barboza Cunha
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